Entrevista com Shove

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Marina Tavares – Como a música eletrônica surgiu em sua vida?

Shove – Eu tocava em uma banda de Rock e foi minha irmã que me levou nas minhas primeiras festas de música eletrônica, como bom roqueiro, primeiro achei tudo igual até que cheguei na minha primeira festa de Psychedelic Trance, onde achei tudo maravilhoso! O tipo de som, as pessoas, o local, a energia, enfim, desde que fui na primeira não consegui parar!

Marina Tavares – Como foi o inicio da sua carreira?

Shove – O início da minha carreira foi no ano 2000, como falei das festas de Psychedelic Trance, minha irmã queria ser DJ e comprou um par de CDJs Pioneer 100, um dia falei pra ela que queria tentar e sei lá, foi muito fácil e rápido para mim. Como nesse tempo tocava bateria, tinha noção dos tempos, e quando era menor também brincava muito com mixar vários tipos de som com um mixer que tinha, então me entendi bastante com os equipamentos. Ao mesmo tempo acompanhava meus amigos que tocavam nas primeiras festas e tinha a chance de tocar também, assim comecei a treinar já direto na festa!
Assim que minhas primeiras experiências como DJ, foram já na pista! 🙂

Marina Tavares – Quem foram as suas influências musicais?

Shove – Falando de Psychedelic Trance, no começo foi como para muitos: Hallucinogen, Infected Mushroom, Dark Soho, Cosmosis, muita coisa da gravadora Phantasm, vários artistas de Goa Trance, e logo após quando comecei a definir meu estilo de som, foi muita coisa da Iboga Records, Digital Structures, Alchemy Records e definitivamente dos artistas que mais gostei desde o começo, que foram Rinkadink e Headroom.

Marina Tavares – Quando foi a primeira vez que você se apresentou no Universo Paralello?

Shove – Foi na virada de 2004 – 2005.

 

Marina Tavares – O que o festival representa em sua vida?

Shove – O festival é muito especial na minha vida, já que desde que pisei pela primeira vez no Universo Paralello, tudo mudou! Meu jeito de tocar, meu jeito de ver as festas, sem dúvida alguma amadureceu o meu som.
E depois cada ano foi mais especial que o passado, já que aos poucos conheci pessoas incríveis que depois viraram minha família, assim cada dia da minha vida o Universo Paralello é importante. Meu Universo se tornou Paralello com o UP.

Marina Tavares – Qual foi a situação mais marcante que você já viveu no UP?

Shove – Nossa, acho que têm muitas situações que já marcaram o meu coração no UP, a primeira vez que toquei, a primeira que vez que toquei live na vida também, a estréia do 28 Live com Pedrão, tocar na noite da virada, pegar chuva e ter que parar de tocar, (risos) enfim muita coisa, tudo é marcante nesse lugar mágico.

Marina Tavares – Como é estar presente em todas as edições do festival?

Shove – Para mim é muito especial ser parte de todas as edições desde 2004, já que virou como te falei a minha família, e cada momento que a gente vive lá é único e especial.

Marina Tavares – Quais são as expectativas para a edição comemorativa de 20 anos?

Shove – Nossa, não pode perder né! Vai ser uma edição muito especial. Imagina 20 anos de histórias para contar, muitos encontros, muita magia e sobre tudo fechar um ciclo de 20 anos para começar uma nova era de Universo Paralello.

Marina Tavares – Quais são as novidades para 2020 em relação a lançamentos e turnês?

Shove – Vou estar com várias turnês aqui no Brasil o ano inteiro, no verão na Europa já tem vários festivais fechados, e tem várias surpresas para 2020.

Marina Tavares – Gostaria de finalizar com uma mensagem para os seus fãs?

Shove – Nunca deixe de acreditar em seus sonhos. Escute, dance e viva o Psychedelic Trance cada dia!

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